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Comentário · há 1 hora
Nunca acreditamos que possa acontecer conosco e mesmo quando acontece com pessoas próximas, parece que a tal ficha ainda não cai por completo. Acho que ao fim, não queremos acreditar em tanta violência desnecessária. Nossa mente se recusa a assimilar essa realidade. Só que na verdade, ela está muito próxima de todos nós, praticamente somos cercados por ela. As pessoas caminham sob toneladas de acontecimentos estressantes todo dia. Não existe trégua. Não existe a paz plena, o conforto da segurança absoluta. No máximo nos sentimos relativamente seguros. Como saber o que se passa na cabeça do outro? Como saber o quanto essa carga estressante modificou seu caráter, seus hábitos, seu comportamento em relação à sociedade em que vive? Passamos a desconhecer as pessoas com maior rapidez do que um dia as conhecemos. Entendo que essa incerteza é que nos faz acreditar de que não acontecerá. Eu tenho um caso muito próximo que me traz preocupação diária, não falo apenas por ouvir dizer. Ainda nada aconteceu de mais grave, mas sei que pode acontecer e aí pergunto: Como evitar? Será possível evitar? Quando o comportamento se torna doentio, ele se auto protege, camuflando as verdadeiras intenções. Aquele que vai"se vingar" passa ai enxergar apenas as suas razões e o sentimento crescente se transforma em ódio e aí, só lhe faltará a oportunidade. Tenho me empenhado em horas de conversas na tentativa de barrar esse crescimento, mas reconheço que é muito difícil. Depois, tentamos entender o por que aconteceu, como se chegou nesse ponto, mas na verdade acredito que nem as partes envolvidas saberão responder. A tendência é procurar um covarde, um assassino frio, um bandido qualquer e esquecemos de procurar pelo doente, fruto do mesmo meio em que vivemos mas que não teve a mesma capacidade de discernimento e se tornou tão ou mais perigoso do que qualquer outro bandido. Tenho criticado aqui a Lei Maria da Penha, porque entendo que a presença da justiça só se fará ver, se ela for eficazmente preventiva. Tanto faz se o assassino ficará preso por 20 ou 30 anos. Se não for tratado, voltará a matar assim que liberto e prender não devolverá a vida que foi tomada, não ajudará o filho que ficou sozinho. A Lei Maria da Penha, para ser eficiente, precisa incorporar a prevenção, como a prisão daquele que ameaça e sua subordinação a exames que possam quantificar a sua capacidade real de entendimento frente a uma situação.

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